SP Escola de Teatro

Estantes de Inquietação

Desde março, um grande acervo vem crescendo. São muitas publicações, entre livros, periódicos e cadernos. Mais de 2.300 obras sobre Artes Gráficas, Cenografia, Cinema, Crítica Teatral, Filosofia, História do Teatro, Jornalismo, Literatura, Peças Teatrais, Psicologia, Religião e Teatro.

 

Sim. A Biblioteca da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco conta com um acervo importante, boa parte dele doado por um dos idealizadores da Instituição, o ator, jornalista, professor, diretor e dramaturgo Alberto Guzik (1944-2010) e pela crítica teatral e dramaturgista Christiane Riera (1968-2012). Mas, nos últimos meses, a Escola recebeu mais algumas contribuições e está quase pronta para sua inauguração, prevista para este semestre.

 

Entre os títulos doados recentemente, estão alguns exemplares que vieram da Editora Giostri: “Do Pensamento Para o Papel”, “Reflexões Para o Ator do Século 21”; “Compulsivo” e “Transtornada”, de autoria de Alex Giostri; “Nóis Otário[s]: Uma Subcomédia de Autoengano”, de Hugo Possolo ; “A Vingança do Espelho: A História de Zezé Macedo”, de Flavio Marinho, e “Emilinha & Marlene: As Rainhas do Rádio”, de Thereza Falcão  e Júlio Fischer. O autor Paulo Biscaia Filho  doou uma de suas produções, “Palcos de Sangue”. Já a Funarte (Fundação Nacional das Artes) contribuiu com o catálogo “Prêmio Nelson Brasil Rodrigues 100 anos de Anjo Pornográfico”.

 

O bibliotecário da SP Escola de Teatro, Nilson Júnior, é quem está organizando o material e conta: “Os doadores entendem a importância que essas obras farão para os aprendizes, formadores e interessados. São pessoas que têm compromisso com o conhecimento das artes cênicas”.

 

Já o diretor executivo da Instituição, Ivam Cabral, se disse orgulhoso das doações. “Isso revela o respeito e confiança no trabalho da SP Escola de Teatro. São materiais de grande valor e que acompanharam gerações. Nós vamos zelar pelo acervo e garantir que ele perdure e que seja acessado por muitas pessoas”, afirmou.

 

Texto: Leandro Nunes

 

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