SP Escola de Teatro

O Erudito e o Popular no Teatro

Quem bate um papo com os internautas que acessarem o site da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco nesta quinta-feira, às 16h, é o multifacetado Hugo Possolo. Ele é palhaço, ator, dramaturgo, cenógrafo e figurinista, além de diretor e produtor cultural. Graduado em Jornalismo, nesse Bate-Papo Online, o artista vai falar um pouco sobre “O Erudito e o Popular no Teatro”.

 

Ex-coordenador do curso de Direção da SP Escola de Teatro, Possolo já teve seu nome estampado em fichas técnicas de diversas peças. Como ator, começou no espetáculo “Quando Tenho Razão Não É Culpa Minha” (1984), de sua própria autoria e com direção de Arthur Leopoldo e Silva. Em menos de 10 anos de carreira, já fundava, ao lado de Alexandre Roit – e, mais tarde, de Raul Barretto –, sua própria companhia, o grupo Parlapatões.

 

Seus trabalhos enquanto autor também lhe renderam bons resultados, obtendo destaque nos mais importantes festivais do País, entre eles os festivais internacionais de Artes Cênicas da Bahia (Fiac), de Teatro de Londrina (Filo), de Teatro de Belo Horizonte (FIT) e o Festival de Teatro de Curitiba. E não só os brasileiros puderam conferir suas peças. Elas também foram apresentadas na Espanha, em Portugal, nos Estados Unidos, na Escócia, na Colômbia e no Uruguai.

 

Óperas também estão presentes em seu repertório. Em 1996, participou do projeto Pocket-Opera, do Sesc São Paulo, dirigindo “A Flauta Mágica”, de Shikanider e Mozart, e, dois anos depois, encenou “Gianni Schicchi”, de Forzanno e Puccini, ambas com regência do maestro Abel Rocha. Em 2004, esteve à frente de “Infidelidade Fracassada”, de J. Haydn, com regência do maestro Roberto Minczuc. 

 

Possolo ainda dirigiu espetáculos de sua própria autoria, como “Nada de Novo” (1991); “Bem debaixo de seu Nariz” (1991), no qual também atuou, foi cenógrafo e figurinista; “Não Escrevi Isto” (1998), montagem que recebeu o Prêmio Shell de Melhor Cenografia; “Farsa Quixotesca”, adaptada e dirigida por ele, a qual lhe rendeu o Prêmio Panamco de Melhor Autor e Melhor Espetáculo, além de levar o APCA, também de Melhor Espetáculo.

 

A partir daí, escreveu e integrou o elenco de “ppp@WllmShkspr.br” (1998), que reestreou este ano, no Espaço Parlapatões; “Sardanapalo” (2001), “O Auto dos Palhaços Baixos” (2004), “Hércules” (2006), “O Papa e a Bruxa” (2009), do qual também foi diretor, entre vários outros.

 

O caminho do artista perpassou, ainda, a área de iluminação. “Os Mané” e “Mistérios Gulosos”, ambas de 1999, são as peças em que Possolo responde pela luz, além de encenar e assinar o texto.

 

Então, para não perder este bate-papo que promete abarcar todas as áreas do teatro, acesse o site da SP Escola de Teatro e participe!

 

Serviço

Bate-Papo Online com Hugo Possolo

Tema: “O Erudito e o Popular no Teatro”

Quando: 9 de fevereiro, das 16h às 17h

Onde: old.spescoladeteatro.org.br/chat

 

 

Texto: Jéssika Lopes

 

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