SP Escola de Teatro

Papo de Teatro com Julianne Daud

Julianne Daud é atriz, cantora e produtora

Como surgiu o seu amor pelo teatro?
Começou por volta dos meus 8 anos, pois fazia aulas de balé e dançava nos espetáculos de fim de ano.

Lembra da primeira peça a que assistiu?
Foi um balé no Municipal. Fiquei apaixonada.

Um espetáculo que mudou a sua vida foi…
“Master Class”, com Marília Pêra.

Um espetáculo que mudou o seu modo de ver teatro foi…
Também “Master Class”, com Marília Pêra.

Você teve algum padrinho no teatro?
Tive  a Kika Sampaio, que é professora de sapateado.

Já saiu no meio de um espetáculo?
Nunca.

Teatro ou cinema?
Os dois. Adoro ambos.

Cite um espetáculo do qual você gostaria de ter participado. E por quê?
“A Noviça Rebelde”. Adoraria ter feito o papel da madre superiora, que canta “Climb Every Mountain”, uma das músicas mais lindas que conheço.

Já assistiu mais de uma vez a um mesmo espetáculo? E por quê?
Sim. “O Beijo da Mulher-Aranha”. Assisti umas 20 vezes, porque o meu ex-marido era o diretor musical e eu amava assisti-lo.

Qual dramaturgo brasileiro você mais admira? E estrangeiro?
Miguel Falabella. Gosto do seu humor e da forma como conduz um espetáculo. Dos estrangeiros, atualmente, Earl Mac Rauch, autor de “New York, New York”.

Qual companhia brasileira você mais admira?
Todas. Mas gosto muito do
Grupo Tapa.

Existe um artista ou grupo de teatro que você acompanhe todos os trabalhos?
Sim. Marília Pêra.

Qual gênero teatral você mais aprecia?
Todos. Mas tenho um carinho especial por musicais.

Em qual lugar da plateia você gosta de sentar? Qual o pior lugar em que você já se sentou em um teatro?
Na plateia, dependendo do teatro. O foyer do Theatro Municipal é um horror!

Existe peça ruim ou o encenador é que se equivocou?
Existem textos chatos e encenadores equivocados, sim.

Cite uma Iluminação surpreendente.
“Vermelho “, de Jorge Takla.

Cite um cenário surpreendente.
“O Fantasma da Ópera”.

Cite um ator que surpreendeu as suas expectativas

Antônio Fagundes
.

O que não é teatro?
O que não tem alma.

A ideia de que tudo é válido na arte cabe no teatro?
Não. Tem de ter limites.

Na era da tecnologia, qual é o futuro do teatro?
O ator continuar a ter alma, mesmo num mundo mais “plastificado”.

Em sua biblioteca, não podem faltar quais peças de teatro?
Peças de Nelson Rodrigues.

Cite um diretor (a), um autor (a) e um ator/atriz que você admira.
Diretor: José Possi Neto. Autor: Miguel Falabella. Atriz: Marília Pêra. Ator: Reynaldo Gianecchini.

Qual o papel da sua vida?
Carmen Miranda.

Uma pergunta para William Shakespeare, Nelson Rodrigues, Bertold Brecht ou algum outro autor ou personalidade teatral que você admire.

Shakespeare: “Ser ou não ser?????”.

O teatro está vivo?
Mais vivo do que nunca! Pulsando!

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